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domingo, 14 de agosto de 2011

Pai...




A gravidez de um pai não se dá nas entranhas, mas fora delas.
Ela se dá primeiro no coração, onde o sentimento de paternidade é gerado. 
Um desejo de ser e de se ver prolongado em outra vida, que seja parte de si mesmo, mas com vida própria. 
Imagino que deve ser frustrante a princípio. Durante toda a espera, um pai é um pai sem experimentar o gosto de ser, sem os inconvenientes de uma gravidez, mas também sem as lindas emoções que tanto mexem com a gente. 
E quando ele sente pela primeira vez a vida que ajudou a gerar, tudo toma outra forma. 
Está ali um sonho que se torna palpável. 
E um parto de um pai se dá quando ele pega pela primeira vez sua criança nos braços, quando ele se vê em características naquele serzinho tão miudinho que nem se dá conta ainda que veio ao mundo e que se tornou o mundo de alguém.  
E os sentimentos e emoções se atropelam dentro dele. 
E ele sente que, à partir desse instante, a vida nunca mais será a mesma. 
E ele precisa olhar dez, cem, mil vezes para acreditar que tudo não passa de um sonho. 
E geralmente há um enorme sentimento de orgulho que toma posse dele.
Assim se forma um pai. Pronto para ensinar tudo o que aprendeu da vida, um dia ele descobre que não sabe realmente muito, que na verdade aprende a cada instante. 
Diante da sua criança ele se torna um adulto vulnerável e acessível. 
E vai gerando, pouquinho a pouquinho, dentro de si mesmo, a arte de se tornar um pai.

Feliz Dia dos Pais!

 Autora: Letícia Thompson
www.leticiathompson.net

sábado, 13 de agosto de 2011

O pai que quero ser...




Repostagem para o Dia dos Pais:

De vez em quando a gente para pra pensar nos acontecimentos de nossa vida. As perdas e as vitórias que nos fazem crescer, as dores que nos fortalecem, os aprendizados que nos ajudam a errar menos. Este percurso que percorremos dia a dia, seja via instinto, seja obra do acaso ou destino {dizem, cada um nasce com o seu}, por mais longo que possa parecer, é muitas vezes saboreado sem paixão, sem rubor e até mesmo sem sentido.

A nossa vida é de tal maneira valiosa que aquilo que perpassamos sem o devido aproveitamento, invariavelmente volta em nossos pensamentos para fazer com que a gente se lamente. 

Um pai que não viu o filho crescer, que não correu pra abraçá-lo quando ele deu seus primeiros passos, quando sussurrou suas primeiras palavras e que não recebeu os mais graciosos, ingênuos e sinceros gestos de amor... É bem provável que este pai se lamente todos os dias e por toda a sua vida.

Eu, que de repente me descobri pai de primeira viagem... ainda não sei bem que pai serei. É a própria vida, as experiências, o aprendizado adquirido, os passos percorridos e os sonhos alimentados é que servirão de pilares para a construção onipresente da figura de pai.

O pai que quero ser é aquele que nasce, cresce, aprende, descobre a vida com o filho. Aquele que sorri com o primeiro "mamãe", que chora com a mínima dor que seja; aquele que não dorme zelando pelo sono ou que não dorme para acompanhar a altivez do filho. O pai que quero ser é aquele que deixa o filho pela primeira vez na escolinha e fica o resto do dia com o coração partido. Que joga bola ou brinca de esconde, não por obrigação, mas por prazer de se fazer mais presente, agradecendo a todo instante o presente recebido.

E quando o futuro chegar, quero olhar para o céu e dizer com orgulho: _ Eu fiz a minha parte. Saboreei dos momentos com paixão, ruborizado e {até} com {excesso de} sentimento. Aprendi muito e junto. Cresci. Descobri. Vivi intensamente...
Tentei incansavelmente construir, no verdadeiro sentido da vida {família}, O PAI QUE QUERO SER.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Anticoncepcional Masculino


Matéria super interessante para o universo feminino. Utopia ou futura realidade??!

De tempos em tempos surgem estudos anunciando a possível chegada de uma pílula anticoncepcional masculina, mas depois de 30 anos de estudos as opções são as mesmas: camisinha ou vasectomia.
A Schering e Organon, duas farmacêuticas europeias, tiveram grande interesse em encontrar um anticoncepcional masculino, mas ambas pararam com as investigações. O esforço privado perdeu força, mas foi substituído pelo crescente interesse de países como China ou Índia preocupados com o controle da população — ou a Organização Mundial de Saúde, que promoveu vários estudos, ainda que sem muito êxito.
No passado não se acreditava que haveria uma demanda significativa de anticoncepcionais masculinos. Apesar da mudança de mentalidade, o futuro parece não chegar nunca. O último a se somar à lista de pretendentes é uma molécula que inibe a ação da vitamina A nos testículos, impedindo a formação de esperma. O composto, se chegará ou não ao mercado ainda é uma incógnita, já que 95% dos potenciais fármacos só chegam a esta fase.
Esta reticência se deve ao fato desses medicamentos apresentarem um problema difícil de superar: um medicamento desse tipo pode afetar outras funções. A curto prazo pode provocar problemas similares aos da pílula feminina (acne, aumento de peso, alterações de comportamento) e a longo prazo não se sabe o que pode acontecer. Mesmo assim, em uma pesquisa elaborada em 2004 pela Schering em nove países (Argentina, Brasil, Alemanha, Indonésia, México, Espanha, Suécia, Estados Unidos e França), 55% dos participantes se mostraram predispostos a usar um anticoncepcional masculino.
A testosterona interfere na ereção, na libido e outras questões, encontrar uma fórmula que só influencie na fertilidade é muito complicado e por isso ainda não houve progresso. A resposta talvez esteja num estudo com um gel de progesterona e testosterona, que pode frear a produção de esperma mantendo o resto das funções. Outra opção é o método hormonal que previne a produção de esperma ou inibe sua função. Apesar dos especialistas considerarem o caminho mais viável, nada tem ido muito além do laboratório. 
Abraços Paternos!
Fonte: extra.globo.com
google.images.com

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Pimba! Senti também! De novo...

Deu a louca no bloger!!! Sumiram com meu post de ontem... Como o assunto era por demais importante não pude deixar de repostar. Com as devidas atualizações e recomendações: 
_ Bloger: Não faça mais isso. É totalmente prejudicial a saúde e humor dos papais de 1ª viagem.

Repostando:

Não é que ontem, em meio as minhas pequisas na net {desta vez estou buscando dicas de pinturas}, encostei a mão sobre a barriga da esposa, esperei um minutinho e pimba: EU SENTI O BABY SE MEXER PELA PRIMEIRA VEZ. Foi incrível, eu e Meiryele falamos ao mesmo tempo, a sensação foi totalmente diferente, surpreendente. Parece que é uma prova que a natureza nos dá de que a vida que cresce lá na barriga, segue em amplo desenvolvimento; o coração batendo forte, os olhinhos abrindo e fechando, as perninhas e braços se exercitando... é a vida que pulsa e nos dá a ótima sensação de que tudo está bem.

Meiryele desde o mês passado que já sente as mexidinhas como já disse aqui. Mas eu ainda não tinha conseguido perceber. Até ontem! Agora, no meio da 18ª semana em diante, o bebê dá um estirão no crescimento e as mexidas tendem a ficar cada vez mais constantes.

Ontem ainda fiquei esperando com a mão na barriga da esposa pra sentir mais um chutinho, mas acho que ele tinha ido dormir junto com a mamãe. Mas hoje, pimba: consegui sentir novamente!!!

Agora eu vou ali por continuar com a mão na massa, literalmente, na minha "obra começada longe de estar acabada". Logo posto sobre isso com fotos do antes e depois.   



Abraços Paternos!  

terça-feira, 10 de maio de 2011

Estreia no Recanto

Hoje é dia de postagem minha lá no Recanto!
Postagem oficial de estreia no espaço materno mais que reconhecido da blogsfera.
Confiram...

Plantar árvores, escrever livros e ter filhos!


Todo homem, ao longo da vida, deveria ter um filho.

Sim o homem, porque a mulher em si já nasce e cresce com este sentimento. É como se fosse uma predestinação a ser mãe. A maioria tem o desejo, ainda que adormecido, esperando o momento certo de tornar-se mãe! 

Qual de vocês não falavam com os namoradinhos sobre os nomes que dariam para os filhos?!! Faz parte do crescimento das meninas, faz parte da construção da mulher, este sentimento materno... {CONTINUA...}


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Não era pra entender...

Como é difícil tomar uma decisão! 


Qualquer que seja ela, desde que influencie seu dia a dia e sua vida como um todo, o processo {é pois um processo, já que é burocrático e lento} de tomada de decisão tira as rédeas de seu comando. {Análise da decisão!}.

Principalmente se amanhã, ou daqui a 1 ou 10 anos você perceber que tomou a decisão errada. Que podia ter sido diferente, que a sua ingerência foi inconsciente e que um pouco mais de coragem ou esforço teria sido suficiente para por fim a angústia de uma etapa de nossas vidas. {Análise do risco!}.

É como eu costumo pensar: "Nós caminhamos para o horizonte, sempre em frente,  sempre avante!" Mas às vezes o caminho se mostra tortuoso demais e a gente acaba por tropeçar no meio dele. 

Não podemos jamais desanimar, abaixar a cabeça e se sentir derrotado. Por mais cruel que a derrota possa parecer, certamente algo de positivo você extrai dela. Seja um aprendizado, seja uma vivência que agrega, de uma forma que nem imaginamos qual seja, agrega mais um tijolo na construção da escada que te leva para o lúdico horizonte. Pode ser que ao subir um degrau, lá na frente você precise descer dois, mas o aprendizado, este sim, ninguém tira de você. E um pouquinho de vivência aqui, outro bocado ali, quando você junta tudo, vai ver o quão importante foi pra sua vida e como vai te permitir, competentemente, avançar muitos degraus.

O desfecho se mostra presente. Abro mão de um sonho profissional, por outro muito mais importante, paternal. Encerro uma etapa da minha vida para o qual eu muito me dediquei e pela qual fui muito feliz. Fechar as portas certamente não é dizer adeus. Se não sobrevivi ao mercado, se não consegui me manter de pé diante da pujança e maledicência dos meus vizinhos, eu assumo: A culpa foi minha. Estudei com afinco a lei da demanda e da oferta, mas confesso, me dediquei mais à lei da vida. Construí teorias que sustentaram meus sonhos, mas não ergui pontes que permitissem meu progresso {afinal, somos eternos aprendizes} {Análise da falha!}

Me conforto em saber que fiz o que estava ao meu alcance pra que desse certo, que não foi por fraqueza e sim por precaução. Que amortizei o mal momento em busca da estabilidade necessária e inerente a um novo pai de família. Ativo, proativo e engajado em sua nova e desconhecida função de pai. {Análise da Prioridade!}. 

Desde que não fosse provável a recuperação, nada eu podia fazer para reverter o temido processo da tomada de decisão. Posterguei ao máximo, me iludindo ao mínimo. Meu pensamentos estão em guerra, insolentes. No entanto, diante da realidade que vejo, a previsão é 'sabida' já de outros tempos. 

Desço as cortinas, lavo o palco e levanto a cabeça seguindo em busca dos meus valiosos tijolos.

Abraços sinceros! 

PS.: Não era pra entender... são devaneios metafóricos de um pai de primeira viagem!

Fonte Imagem: /www.tsgroup.com.br

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dêem as mãos e sigam...



Passeando pelos inúmeros blogs que dissertam sobre a maternidade a gente se depara com histórias incríveis e ao mesmo tempo curiosas. Desde as tentantes que se apegam ao sonho incontido de ser mãe até as mamães acidentais, que não planejaram a gravidez e pairam nesta atmosfera "gravídica" perdidas e confusas. 

As histórias são muitas vezes comoventes. Você se compadece com as tristezas reveladas, talvez como uma forma de buscar superar-se. É o beta que deu negativo. É o aborto que dilacerou seu sonho, por vezes, mais um sonho. É o fato de acontecer com você, justamente com você, o que acontece com apenas 1% das grávidas. São as dúvidas que nos encontram e nos perseguem desde o lúdico positivo. 

Não é provável que a blogsfera, da maneira intensa que se apresenta, que de tão viva em cada blog seja apenas um papo de "comadres maternas" como muitos pensam. Este espaço vai além de um mero post. Ele permite alcançar o mundo. Você troca experiências, vivências verídicas. A percepção de uma mãe ajuda e muito, no aprendizado de muitas outras. Você consegue absorver ideias que muitas vezes sua vizinha de muro não é capaz de esclarecer, mas sua vizinha de blog pode ter alguma coisa pra te contar. Seja o momento da descoberta, do parto ou dos primeiros passos, seja o momento do desfralde, a melhor creche ou o primeiro aniversário. É possível a partir de uma ideia, de um único blog que seja, criar e contagiar a coletividade. A maternidade real é um belo exemplo.

A blogsfera é aberta, é instantânea. Nela nos permitimos ter dúvidas, compartilhamos o novo. Este espaço é real, não só porque é notícia de jornal, mas porque é ponto de encontro de quem realmente interessa.
Veja a interatividade. De lá da Argentina vem histórias apaixonantes, de obstáculos, de humor, de uma outra perspectiva que só faz agregar em sua nova vida, de mãe e de pai. Vimos os papais de primeira viagem, confusos e ao mesmo tempo vibrantes. Vimos também histórias de mães de 3, de 4. E percebemos o quão heróis estes pais se mostram diante da vida. Algumas mamães se reúnem e formam uma rede de apoios, são multifacetas, é a diversidade materna, o coletivo de ideias dentro de um blog só. Fazendo parte deste cenário, como protagonistas no palco, as mamães se sentem mais capazes de buscar a "potencial gestante" que tem dentro delas. 
De tão universal, a blogsfera é capaz de impulsionar também os homens a interagir com mundo materno. Os pais grávidos que buscam compartilhar suas descobertas e efetivamente demonstrar suas percepções.

É incrível como as pessoas se surpreendem por me encontrar por aí em suas páginas, comentando, manifestando minhas dúvidas, torcendo junto... Os papais também podem fazer sua parte, podem ser ativos blogueiros {muitos se consideram estranhos no ninho} falando sobre maternidade. É como eu costumo dizer: É a oportunidade de mostrar um outro olhar, um outro ponto de vista da gestação. O pai é "co-partícipe", tão  responsável quanto a mãe. Pode e deve dividir tudo, medos e sonhos {e contas}. Neste momento único ela não pode ficar conotativamente sozinha. É fundamental que o pai procure entender e compartilhar as dúvidas "gravídicas". Busque, pesquise, aprenda o significado das letras miúdas lá no ultra. Acompanhar de perto uma gravidez não é só dividir a escolha do nome do bebê. Acompanhar é estar presente nas consultas e exames, é interagir, é estimular a discussão sobre o parto, sobre a amamentação, sobre a nova rotina. 

Questione-se: O que é IG? O que é TN? Qual a finalidade de tomar um determinado medicamento? 
É sempre possível buscar as informações e compartilhar. Isto só vai fazer o bem. Seja no desenvolvimento da gestação, seja no envolvimento da relação.


Programe-se: Dia tal, hora tal: CONSULTA PRÉ-NATAL.

Transmita segurança e perceba as inseguranças do momento. 

Converse sempre e sobre tudo: o trabalho, a consulta, o quartinho, o enxoval, o sexo, o parto, a educação...   

Faça parte ATIVAMENTE do que você já é parte. 
Dêem as mãos e sigam...






quarta-feira, 30 de março de 2011

O pai que quero ser...



De vez em quando a gente para pra pensar nos acontecimentos de nossa vida. As perdas e as vitórias que nos fazem crescer, as dores que nos fortalecem, os aprendizados que nos ajudam a errar menos. Este percurso que percorremos dia a dia, seja via instinto, seja obra do acaso ou destino {dizem, cada um nasce com o seu}, por mais longo que possa parecer, é muitas vezes saboreado sem paixão, sem rubor e até mesmo sem sentido.

A nossa vida é de tal maneira valiosa que aquilo que perpassamos sem o devido aproveitamento, invariavelmente volta em nossos pensamentos para fazer com que a gente se lamente. 

Um pai que não viu o filho crescer, que não correu pra abraçá-lo quando ele deu seus primeiros passos, quando sussurrou suas primeiras palavras e que não recebeu os mais graciosos, ingênuos e sinceros gestos de amor... É bem provável que este pai, "coeteris paribus" {expressão das Ciências Econômicas para justificar um fato que independe dos demais fatores presentes} se lamente todos os dias e por toda a sua vida.

Eu, que de repente me descobri pai de primeira viagem ... ainda não sei bem que pai serei. É a própria vida, as experiências, o aprendizado adquirido, os passos percorridos e os sonhos alimentados é que servirão de pilares para a construção onipresente da figura de pai.

O pai que quero ser é aquele que nasce, cresce, aprende, descobre a vida com a filho. Aquele que sorri com o primeiro "mamãe", que chora com a mínima dor que seja; aquele que não dorme zelando pelo sono ou que não dorme para acompanhar a altivez da filho. O pai que quero ser é aquele que deixa o filho pela primeira vez na escolinha e fica o resto do dia com o coração partido. Que joga bola ou brinca de esconde, não por obrigação, mas por prazer de se fazer mais presente, agradecendo a todo instante o presente recebido.

E quando o futuro chegar, quero olhar para o céu e dizer com orgulho: _ Eu fiz a minha parte. Saboreei dos momentos com paixão, ruborizado e {até} com {excesso de} sentimento. Aprendi muito e junto. Cresci. Descobri. Vivi intensamente...
Tentei incansavelmente construir, no verdadeiro sentido da vida {família}, O PAI QUE QUERO SER.

Marcelo Vieira


quarta-feira, 23 de março de 2011

O começo de tudo!


Olá pessoal! Pode ser muito surpreendente um homem de 26 anos, comerciante, estudante, casado e agora pai de primeira viagem se aventurar a criar um blog falando de maternidade e esta maravilhosa sensação de se descobrir Pai. Quero compartilhar com vocês cada detalhe, os planos, os sonhos, as aventuras... quero registrar aqui um pouco dos nossos desejos, medos e momentos nesta nova etapa. Este blog será o fiel registro dos acontecimentos ao longo da gestação de minha esposa, para que os belos momentos não se percam no decorrer do tempo... possam aqui ser sempre lembrados.. inclusive pelo nosso bebê no futuro.
E claro, como futuro economista também quero falar um pouco de negócios, mas quero falar de forma simples e compreensível para que não se torne um tema enfadonho. Aliás, falar de custos para papais de primeira viagem é fundamental. É preciso uma análise detalhada acerca de quanto custa montar um quartinho, um enxoval, o plano de saúde, as futuras despesas com o bebê, enfim os temas estão entrelaçados e tentarei, sem nenhuma pretensão, abordá-los aqui no blog. Um forte abraço a todos! Espero que seja o primeiro post de muitos que compartilharemos por aqui.
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