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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

7ª Consulta!



Na última segunda feira foi dia de mais uma consulta com a Dra. Flávia. A partir desta consulta as visitas serão quinzenais e logo logo serão semanais. A DPP está cada dia mais próxima.

A IG é de 33 semanas {hoje 25/08: 33 semanas e 3dias}. Graças a Deus que o desenvolvimento do Davi está super normal. Os batimentos estavam em 148 bpm, a UF passou de 26 para 33 cm, demonstrando o tanto que a barriga cresceu. Pressão normal 12/6 e ganho de peso de 3 kg.

Davi já está encaixado e o sistema respiratório em pleno amadurecimento. Estamos chegando ao fim da gestação com o sentimento de que deu tudo certo e esperamos que nesta reta final não seja diferente. 

Abraços Paternos!


quinta-feira, 28 de julho de 2011

3º Trimestre: Últimos detalhes {Decisões para o 7º Mês}

O bebê já está chegando e é hora de acertar os últimos detalhes. Veja o que fazer: 


Sétimo mês


Entre a 28ª e a 36ª semana, as consultas médicas vão ocorrer a cada 15 dias. É bom reservar lugar na agenda. Aqui estamos exatamente na 29ª semana.
No final do mês, o enxoval deve estar pronto. Ou pelo menos faltando poucas peças e objetos. Lembre-se: você ficará cada vez mais indisposta para o corre corre das compras. Aqui já estamos com tudo em andamento. Breve fechamos a lista.
Entre em mais detalhes com o médico sobre os procedimentos que envolvem o parto. Assegure-se da decisão acerca do tipo de parto, normal ou cesárea, e do pleno conhecimento acerca de ambos. Informação! Esta é a palavra de ordem.
A essa altura você já escolheu a maternidade, mas tenha uma segunda opção para eventuais imprevistos. Nosso plano de saúde só cobre uma Maternidade, mas o lado bom é que é a melhor da cidade.
Planeje - com calma, para não ficar ansiosa - como será seu esquema no futuro: você vai voltar a trabalhar? Se sim, quem ficará com o bebê? Você prefere contratar uma babá ou vai deixar a criança em um berçário ou na casa de parentes? Não retornando ao trabalho, como será sua nova vida? Aqui em casa é fato que Meiryele voltará a trabalhar, mas sobram dúvidas sobre como será com o Davi. 
Certifique-se de ter a cadeirinha de carro correta para recém-nascidos, o que vai garantir a segurança do bebê para sair da maternidade. Ok. Com segurança não se pode vacilar.
Hora de fazer a última viagem se sua gravidez está indo bem, sem sinal de chance de parto prematuro. A partir da 36ª semana, somente viagens para lugares próximos são indicadas, afinal você pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento - no caso de viagens de avião, é necessário apresentar um atestado médico. Já viajamos o bastante por aqui. No 1º tri, fomos pra Itacaré e no 2º pra Januária.
Opte por um modelo de lembrancinhas de maternidade e enfeite de porta. Alguns, quando são encomendados, demoram para ficar prontos. Quando a escolha é comestível, é preciso verificar a data de validade. Estamos quase decididos quanto a lembrancinha. Será prática, bonita e barata.
Se ainda não o fez, escolha o nome do bebê. Lógico que isso pode ser feito em qualquer momento, até na hora do parto. Mas resolver antes é uma decisão a menos para o final. Aqui Davi reina em absoluto.

Continua no próximo post (...): Decisões para o 8º Mês.
Abraços Paternos!
Fonte: revistacrescer.globo.com / google.images.com

terça-feira, 26 de julho de 2011

6ª Consulta

Ontem foi dia de consulta, a sexta desde o início da gestação. 

A hemoglobina continua bem, passou de 11,2 para 11,8 g/dL. Não podemos descuidar da alimentação. As folhas verde escura, o feijão e o fígado estão sempre no cardápio.

A Dra. Flávia tinha solicitado o exame de sangue para avaliar a glicemia após a ingestão de dextrozol {2 horas}. Comumente, este exame rastreia a possibilidade de diabetes gestacional. O exame de Meiryele apontou glicemia de 72 e constatou que está tudo normal. Os batimentos cardíacos do Davi estavam em 150 bpm, a UF passou de 22 para 28 cm, mostrando como a barriga cresceu. Pressão normal 10/6 e ganho de peso total de 5,3 kg.

Hoje também conversamos sobre os tipos de parto e ficamos satisfeitos com os esclarecimentos da GO. Ela falou que considera o parto normal o mais fisiológico. É adepta do que ela diz ser um parto com a mínima intervenção médica possível. Explicou que a dor do trabalho de parto, que dura em média 12 horas, é extremamente relativa e íntima em cada grávida. E na concepção da mínima intervenção médica, ela realiza a episio somente em casos realmente necessários. Em relação ao parto cesáreo, Dra. Flávia considera um parto tranquilo. Com os avanços da medicina, os riscos de infecção e/ou hemorragia são mínimos, haja vista a quantidade de cesarianas que são realizadas no mundo inteiro e o reduzido índice de complicações, considerando que há complicações também no parto normal. 

Para o bebê, conforme a explicação da GO não há diferença em relação ao parto. Nem mesmo a tão falada estimulação da respiração, ocorrida no parto normal, é fator preponderante. Mesmo no parto cesáreo não há comprometimento da respiração, desde que não seja prematuro. 

O mais importante foi o fato dela considerar o desejo, a segurança e o conforto da mãe como primordial para o sucesso do parto. Sem, no entanto, inferir que um parto é melhor que o outro. O melhor mesmo é o bem estar da mãe, que necessariamente refletirá no bem estar do bebê. 



Parto cesariano


Parto normal
Abraços Paternos!

Fonte Imagem: google.images.com



quinta-feira, 30 de junho de 2011

5ª Consulta!

Meiryele fez esta semana a 5ª consulta com a GO.

Eu falei aqui mês passado do susto que tivemos com a baixa hemoglobina de Meiryele. O diagnóstico da anemia mudou nossa rotina, aquele 9 g/dL foi uma barra. Adequamos toda a dieta, era bife de fígado dia sim, dia não. Couve, brócolis e jantinha quase todo dia. Isso tudo junto com o complexo vitamínico {a médica receitou o mais caro de todos. Olha o Gravidômetro subindo!}. 

A recompensa: No último dia 22/06 Meiryele fez o exame de sangue e constatou que a hemoglobina tinha voltado ao nível normal: 11,2 g/dL. Ufa! Ótima notícia para os papais de 1ª viagem. Fato é que não podemos descuidar e a prova disso é que o couve não sai mais da geladeira.



A GO, Dra. Flávia, ficou super satisfeita com melhora da anemia. Ela falou que era super normal a hemoglobina estar abaixo do padrão {12 g/dL} durante a gestação. Ela disse que até 11 g/dL é normal na atual fase. 


Vamos às boas notícias:
Como fizemos o Morfológico 2º trimestre semana passada, levamos para Dra. Flávia analisar. O ultra está  excelente, totalmente de acordo com a IG de 25 semanas {hoje 30/06: 25 semanas e 3 dias}. Graças a Deus que o desenvolvimento do Davi está normal e esta adequação que fizemos na dieta, junto com o medicamento contribuíram com o bem estar da mamãe e do Lindão do Papai. Os batimentos estavam novamente em 140 bpm, a UF passou de 17 para 22 cm, demonstrando o tanto que a barrigola cresceu. Pressão normal 10/6 e ganho de peso de 3 kg {muito comemorado!}.


A conduta a ser seguida é a realização de exames de sangue para avaliar a glicemia após a ingestão de dextrozol {2 horas}. Comumente, este exame rastreia a possibilidade de diabetes gestacional, que será feito na 28ª semana. Tem ainda a vacina que ficou faltando tomar, a 2ª dose da Anti-Tetânica e a 3ª dose da Hepatite-B. Que por sinal foram tomadas hoje. Inclusive, a esposa começou a reclamar das dores no braço. Eita!!!







Continuamos atentos!
Abraços Paternos!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dia de Consulta!

Meiryele ontem fez a 4ª consulta com a GO.
No dia anterior ela fez um exame de sangue a pedido da endocrinologista e neste exame foi constatada uma baixa no nível de hemoglobina, abaixo do índice esperado para grávidas. Diagnóstico: Anemia.

Inicialmente, antes de ver o exame Dra. Flávia falou que era super normal a hemoglobina estar abaixo do padrão {12 g/dL} durante a gestação. Ela disse que até 11 g/dL é normal na atual fase. Detalhe: o resultado deu 9. Muito abaixo, preocupante mesmo.

Consequências da anemia: pode refletir em fraquezas, dores nas pernas e até mesmo o desenvolvimento inadequado da placenta, o que pode prejudicar a nutrição do bebê em casos mais extremos e inclusive antecipar o parto. Eu li a respeito e vi que nessa fase da gestação de 20-21 semanas o bebê suga ao máximo o ferro da mãe. Por isso mesmo ele não é prejudicado em fases iniciais de anemia, e sim a mãe que sofre com a carência de ferro. As causas possíveis da anemia ou é a má alimentação ou a má absorção dos nutrientes. Em nosso caso, certamente esta associado a uma ingestão insuficiente de ferro. A partir de então, uma dieta balanceada vai ser seguida, sob orientação profissional de uma nutricionista, principalmente a base de feijão, couve, brócolis, carne vermelha e fígado. Além de manter uma alimentação combinada também com a redução do colesterol. Dra. Flávia também receitou um complexo vitamínico, 2 cápsulas ao dia para facilitar a normalização do quadro clínico.

Alimentos ricos em ferro

Vamos às boas notícias:
Graças a Deus que o desenvolvimento do Davi está normal e esta adequação que faremos na dieta, junto com o medicamento vai contribuir com o bem estar da mamãe e do Lindão do Papai. Os batimentos estavam em 140 bpm, a UF passou de 11 para 17 cm, demonstrando como a barriguinha cresceu. Pressão normal 11/6 e ganho de peso de 1,6 kg. Meiryele também recebeu orientações acerca do fortalecimento da auréola para não fissurar no momento da amamentação. Dicas importantíssimas para evitar dificuldades no aleitamento.

Ontem mesmo a esposa começou tomar a vitamina e dentro de 15 dias vamos repetir o exame para avaliar o nível da hemoglobina.

Estamos atentos!
Abraços Paternos!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dêem as mãos e sigam...



Passeando pelos inúmeros blogs que dissertam sobre a maternidade a gente se depara com histórias incríveis e ao mesmo tempo curiosas. Desde as tentantes que se apegam ao sonho incontido de ser mãe até as mamães acidentais, que não planejaram a gravidez e pairam nesta atmosfera "gravídica" perdidas e confusas. 

As histórias são muitas vezes comoventes. Você se compadece com as tristezas reveladas, talvez como uma forma de buscar superar-se. É o beta que deu negativo. É o aborto que dilacerou seu sonho, por vezes, mais um sonho. É o fato de acontecer com você, justamente com você, o que acontece com apenas 1% das grávidas. São as dúvidas que nos encontram e nos perseguem desde o lúdico positivo. 

Não é provável que a blogsfera, da maneira intensa que se apresenta, que de tão viva em cada blog seja apenas um papo de "comadres maternas" como muitos pensam. Este espaço vai além de um mero post. Ele permite alcançar o mundo. Você troca experiências, vivências verídicas. A percepção de uma mãe ajuda e muito, no aprendizado de muitas outras. Você consegue absorver ideias que muitas vezes sua vizinha de muro não é capaz de esclarecer, mas sua vizinha de blog pode ter alguma coisa pra te contar. Seja o momento da descoberta, do parto ou dos primeiros passos, seja o momento do desfralde, a melhor creche ou o primeiro aniversário. É possível a partir de uma ideia, de um único blog que seja, criar e contagiar a coletividade. A maternidade real é um belo exemplo.

A blogsfera é aberta, é instantânea. Nela nos permitimos ter dúvidas, compartilhamos o novo. Este espaço é real, não só porque é notícia de jornal, mas porque é ponto de encontro de quem realmente interessa.
Veja a interatividade. De lá da Argentina vem histórias apaixonantes, de obstáculos, de humor, de uma outra perspectiva que só faz agregar em sua nova vida, de mãe e de pai. Vimos os papais de primeira viagem, confusos e ao mesmo tempo vibrantes. Vimos também histórias de mães de 3, de 4. E percebemos o quão heróis estes pais se mostram diante da vida. Algumas mamães se reúnem e formam uma rede de apoios, são multifacetas, é a diversidade materna, o coletivo de ideias dentro de um blog só. Fazendo parte deste cenário, como protagonistas no palco, as mamães se sentem mais capazes de buscar a "potencial gestante" que tem dentro delas. 
De tão universal, a blogsfera é capaz de impulsionar também os homens a interagir com mundo materno. Os pais grávidos que buscam compartilhar suas descobertas e efetivamente demonstrar suas percepções.

É incrível como as pessoas se surpreendem por me encontrar por aí em suas páginas, comentando, manifestando minhas dúvidas, torcendo junto... Os papais também podem fazer sua parte, podem ser ativos blogueiros {muitos se consideram estranhos no ninho} falando sobre maternidade. É como eu costumo dizer: É a oportunidade de mostrar um outro olhar, um outro ponto de vista da gestação. O pai é "co-partícipe", tão  responsável quanto a mãe. Pode e deve dividir tudo, medos e sonhos {e contas}. Neste momento único ela não pode ficar conotativamente sozinha. É fundamental que o pai procure entender e compartilhar as dúvidas "gravídicas". Busque, pesquise, aprenda o significado das letras miúdas lá no ultra. Acompanhar de perto uma gravidez não é só dividir a escolha do nome do bebê. Acompanhar é estar presente nas consultas e exames, é interagir, é estimular a discussão sobre o parto, sobre a amamentação, sobre a nova rotina. 

Questione-se: O que é IG? O que é TN? Qual a finalidade de tomar um determinado medicamento? 
É sempre possível buscar as informações e compartilhar. Isto só vai fazer o bem. Seja no desenvolvimento da gestação, seja no envolvimento da relação.


Programe-se: Dia tal, hora tal: CONSULTA PRÉ-NATAL.

Transmita segurança e perceba as inseguranças do momento. 

Converse sempre e sobre tudo: o trabalho, a consulta, o quartinho, o enxoval, o sexo, o parto, a educação...   

Faça parte ATIVAMENTE do que você já é parte. 
Dêem as mãos e sigam...






sexta-feira, 1 de abril de 2011

Nova consulta com a mesma GO...

Bom dia pessoal!

Ontem fizemos a 2ª consulta com a GO. Como eu disse anteriormente a esposa está tentada a mudar de médica, visto que a atual não está agradando a contento.
Já estamos com uma outra consulta marcada com a nova GO, mas insisti pra irmos na médica atual para que fosse possível analisar as duas condutas, comparar, pesando prós e contras para só então decidir pela mudança ou não.

A esposa achou a GO ontem um pouco artificial e fria. Acredito que Meiryele já está descontente o suficiente para sentir segurança por parte da médica.
No meu ponto de vista, a GO corresponde bem às expectativas {neste caso a minha opinião é irrelevante, uma vez que é a esposa tem que ter 100% de confiança em sua obstetra. Vou apoiar o que ela decidir}

Inicialmente estávamos com certa dificuldade para marcar a consulta com a GO atual. Meiryele tinha consultado 10/02 e até ontem não havia retornado. Inesperadamente, ontem cedo a médica ligou agendando a consulta para ontem mesmo {acho que ela viu lá na ficha que já havia decorrido mais de 50 dias da primeira consulta}. Lá fomos nós ficar a tarde inteira no consultório...
Achei a consulta bem completa {durou mais de 40 minutos}. Mostramos os 2 ultras, os exames laboratoriais, o cartão de vacinas e relatamos como estava o dia a dia da mamãe.
Os exames de laboratório diagnosticaram que a esposa nunca teve contanto com toxoplasmose, daí não tem anticorpos para combatê-la caso ela adquira. A GO foi taxativa na orientação para evitar qualquer contato com cães e gatos, com terra e evitar comer verduras cruas {que tenham contato direto com a terra}. É hora de prevenir.
Para a rubéola, a imunização está ok, bem como para os demais diagnósticos citados pela médica. A preocupação maior está relacionada com a alimentação. Ainda não está adequada {a esposa almoça todos os dias no hospital e a comida não é das mais saborosas... é insossa mesmo}. Isto fez com que ela perdesse 1,5 kg de fevereiro pra março {Grávidas não ganham peso??????? A GO disse para eu não me assustar que é aceitável esta perda inicial; mas que deve ser acompanhada com atenção}. Esta perda pode futuramente provocar anemia, que por enquanto está sob controle, assim como a glicose, que tbm está normal.
Em relação aos ultras, a GO disse que a evolução está muito boa, adequada com a IG. Ela confirmou a IG de 12 semanas e 4 dias {ontem} e nos explicou porque não estava batendo com a DUM. Esta diferença se deve a ovulação tardia e pode ser decorrente da irregularidade do fluxo. Daí o fato do período sem ciclo ser de 14 semanas e a IG ser de 12 semanas e 4 dias. Ufffa!!! A confusão foi desfeita.

Agora vamos na próxima quinta feira consultar com a outra GO para que a esposa decida qual médica será a responsável por acompanhar a sua gestação.
Desde que ela se sinta segura com a GO escolhida {fator imprescindível para uma gravidez tranquila}, terá meu apoio incondicional.   

Abraços e até a próxima!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Primeiro Ultra

Voltei pra falar do primeiro ultra.
Antes de mais nada gostaria de agradecer as mensagens de incentivo. Valeu blogsfera! Acho que estou ficando viciado em blogar....a esposa que disse.

11/02/2011 - Em relação ao ultra, como eu disse nos post's anteriores, quando marcamos a consulta com GO, já tínhamos deixado marcado tbm o ultra. Marcamos na Santa Casa, hospital referência da cidade, ultrassonografista reconhecidamente competente, eu mesmo já tinha trabalhado com ela anteriormente. E nós naquela ansiedade gostosa de ouvir o coração do bebê pela primeira vez. Esta parte realmente é muito emocionante, porque a gente praticamente não vê nada, só uma bolinha minúscula e coração batendo em disparada. É o sinal intenso de vida de nosso bebê.
Neste cenário, achei que seria só alegria.

Ledo engano... muita confusão pela frente:
1ª Confusão {para pais de primeira viagem quase tudo é confusão}:  O plano de saúde {matéria para outro post} só cobre UMA ultra por ANO. Vejam bem, como uma grávida vai se virar fazendo apenas uma ultra? E como Meiryele já tinha feito o exame, o jeito foi fazer particular. {Para disfarçar o plano oferece um descontinho para as demais ultras...}.
Bem, pela agilidade na hora de fazer o exame não temos do que reclamar, a recepcionista foi 10 {conhecidíssima mamãe de primeira viagem}. Minha esposa foi chamada antes mesmo do horário marcado {o que atrapalhou um pouco meus planos, visto que tive que ir voando pro hospital, mas tudo bem}, assim que chegamos lá já fomos sendo atendidos.

2ª Confusão: A bendita idade gestacional... Como já disse antes, a GO nos informou que a IG naquele dia era 7 semanas e 5 dias, mas para nossa surpresa e {total confusão, diga-se de passagem até hoje existente} a ultrassonografista afirmou que a IG era 6 semanas e 2 dias, pelo comprimento céfalo-nádega do embrião {5 mm}. Sem falar que o resultado do exame era extremamente sucinto, nós ja havíamos visto o 1º ultra de casal amigo e era completíssimo.  Isto foi o bastante para Meiryele desacretidar no resultado do exame {nem adianta tentar mudar a cabeça de uma grávida...}. Não quer mais fazer exames na Santa Casa, teremos que abrir o cofrinho pra fazer os próximos ultras na clínica particular, que vem a ser justamente da mesma médica que ela esta tentada a escolher como nova GO. {Matéria para outro post}.

3ª Confusão {e última por hoje... espero}: Data do ultra morfológico 1º trimestre... No ato da primeira consulta com a GO, ela já havia marcado de antemão o segundo ultra, que é o morfológico 1° tri. Como vocês sabem, este exame deve ser feito exatamente entre a 11ª e a 14ª semanas, sob risco de não conseguir visualizar a TN - translucência nucal {sou familiarizado com os nomes, pois trabalhei na Santa Casa exatamente no setor de Imagem}. Este exame mostra, além do desenvolvimento fetal, o exato espaço do líquido que se acumula entre uma pequena membrana e a nuca do feto, indicando de acordo com a sua espessura, a probabilidade de alterações cromossômicas, entre elas a Síndrome de Down. Caso a medida esteja dentro do padrão, a probabilidade do bebê nascer portador da síndrome cai em 85%.
Fato é que eu já havia marcado o exame de acordo com a IG informada pela GO e Meiryele teve que ligar pra médica para verificar a data correta, já que a ultra tinha dado um IG muito diferente. {Ficamos "p" da vida com isso...}
Houve um pouco de desgate nesta empreitada. Tivemos que remarcar a data do ultra morfológico 1º tri {será 28/03/11} e da consulta, que foi o maior problema, pois não conseguimos marcar para uma data propícia, ou melhor nem conseguimos marcar ainda {o que deixou Meiryele mais decepcionada com a atual GO...}. Resultado: Acho que vamos mesmo mudar de GO.
Ainda bem que há tempo para isso!
Abraços e até breve!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Retrospectiva III - Primeira Consulta

10/02/2011 - Hoje foi a primeira consulta com a GO. Como ela já era a médica de Meiryele, já sabíamos que a interação seria positiva. Eu fui acompanhando minha esposa, queria conhecer a GO e ver qual seria a minha impressão; afinal, ela SERIA a responsável por trazer nosso bebê ao mundo. Após quase 2 horas esperando a médica chegar de uma urgência na Santa Casa, fomos atendidos de forma bastante acolhedora. GO experiente, tranquila, explica para os papais de primeira viagem alguns detalhes acerca da gravidez, solicita um batalhão de exames,  e calcula, há controvérsias quanto a este cálculo, a idade gestacional (IG): naquele dia Meiryele estava com 7 semanas e 2 dias {Nos próximos post vou falar da confusão com a IG}. Colo fechadinho, instruções iniciais dadas e fomos embora, relativamente satisfeitos. Acho que a gente sempre espera mais... Todas as perguntas que fizemos foram devidamente respondidas, mas parece que ficou faltando alguma coisa.



Antes mesmo da médica pedir, já havíamos marcado o 1º ultra na Santa Casa para 11/02. Conseguimos vaga com médica phd em ultra obstétrico {vantagem da esposa trabalhar lá e de eu tbm já ter trabalhado}... Expectativa para ouvir pela primeira vez o coraçãozinho do bebê batendo. 


Daqui a pouco posto aqui sobre o 1º ultra.
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